Revista Brasileira de

Terapias e Saúde



Grasiane Grosselli, Sandra Silvério-Lopes. Auriculoterapia no Tratamento de Labirintopatias. Revista Brasileira de Terapias e Saúde, v. 7, n. 2, p. 1-4, 2017.

DOI icon 10.7436/rbts-2017.07.02.01 PDF



Resumo: Contextualização: As labirintopatias ocorrem quando há alterações no sistema vestibular, que é o principal responsável pela manutenção do equilíbrio. O principal sintoma nas labirintopatias é a tontura. Existe procura de técnicas complementares como forma de tratamento para esta patologia, muitas vezes de difícil resolução por métodos convencionais. Objetivo: Avaliar melhoras na qualidade de vida em pacientes portadores de labirintopatias após tratamento com auriculoterapia. Métodos: Participaram do estudo 11 voluntários, de ambos os sexos com diagnóstico de labirintopatias, idades variando de 19 a 72 anos (média 49). Utilizou-se o Dizziness Handicap Inventory (DHI) para avaliar a qualidade de vida, antes e depois da aplicação da auriculoterapia. Foram utilizados os acupontos: Shen men, rim, simpático, ouvido interno, médio e externo. A intervenção ocorreu com 10 sessões de auriculoterapia, sendo 1 vez na semana. Resultados: Houve melhoras estatisticamente significativas (p < 0,0001) na qualidade de vida. Conclusão: A auriculoterapia foi capaz de produzir melhoras na qualidade de vida dos pacientes tratados com o referido protocolo.

Palavras-chave: Labirintopatias, Tontua, Auriculoterapia, Acupuntura.

Abstract: Background: The labyrinthopathies occur when there are changes in the vestibular system, which is the main responsible for maintaining balance. The main symptom in labyrinth disorders is dizziness. There is a search for complementary techniques as a form of treatment for this pathology, often difficult to solve by conventional methods. Objective: To evaluate improvements in quality of life in patients with labyrinth disorders after auriculotherapy treatment. Methodology: Eleven volunteers of both sexes with a diagnosis of labyrinth diseases, ages ranging from 19 to 72 years (mean 49) participated in the study. The Dizziness Handicap Inventory (DHI) was used to evaluate the quality of life before and after the auriculotherapy. The acupoints were: Shen men, kidney, sympathetic, inner ear, middle ear and external ear. The intervention occurred with 10 auriculotherapy sessions, being 1 time a week.  Results: There were statistically significant improvements in quality of life for volunters (p < 0,0001). Conclusion: Auriculotherapy was able to produce improvements in the quality of life of patients treated with this protocol.


Keywords: Labyrinthopathies, Dizziness, Auriculotherapy, Acupuncture.



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